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domingo, 24 de maio de 2020

Cuidados do homem inquieto: O dia de amanhã



    
    Cuidados do homem inquieto: O dia de amanhã

Antes de iniciar a sua vida pública, Jesus fez quarenta dias de silêncio e meditação no deserto. O Sermão da Montanha foi a primeira mensagem dirigida ao povo, nas colinas de Kurum Hattin, ao sudoeste do lago de Genesaré.
Como documento máximo da cristandade, foi notavelmente referenciado por Mahatma Gandi:  “ Se se perdessem todos os livros sacros da humanidade e só salvasse o Sermão da Montanha, nada estaria perdido.”
Tendo por base a harmonia espiritual, convida o homem a conectar-se com o amor de Deus e o amor ao próximo.
 Este tratado de psicologia transpessoal, requer um trabalho de reengenharia comportamental, partindo do pressuposto que ao abdicarmos dos equívocos passados podemos criar espaços mentais à nossa renovação pessoal. Torna-se   pois, necessário suportar com entendimento e abnegação todo o sofrimento que   daí   dimane.
Atuando através de comandos psíquicos, o Mestre nos adverte: “Não andeis cuidadosos de vossa vida, pelo que haveis de comer, nem do vosso corpo, pelo   que haveis de vestir. Não é mais a alma que a comida, e o corpo mais que o vestido? Considerai como crescem os lírios do campo. Eles não trabalham nem fiam; entretanto, nem Salomão em toda sua glória se cobriu como um d’eles.” 9 Mt. 6:25-32).
Constatamos que a inquietação com o futuro e toda espécie de preocupação, paralisa os nossos sentidos superiores, gerando um certo constrangimento doentio, quando sofremos por antecipação. Sequer temos ciência da veracidade dos fatos e decerto os nossos pressentimentos nunca chegarão a acontecer.
Eis a grande luta da transcendência na sobrevivência: “Não vos inquieteis pelo dia de amanhã. Porque o dia de amanhã a si mesmo trará   seu cuidado. Basta a cada dia a sua própria aflição”.  ( Mt .6: 34).
Ao tentarmos examinar a preocupação como uma das muitas emoções inúteis, sugerimos o repensar de algumas crenças equivocadas como o medo e a dúvida.
Consideremos a assertiva de um dos grandes terapeutas norte americano, a seguir:  “Se você acredita que se sentindo culpado ou se preocupando muito vai conseguir mudar um acontecimento passado ou futuro, então está vivendo em um outro planeta, com um sistema diferente de realidade.”  (Dr. Wayne Dhyer)
É comum, na nossa cultura ocidental sermos mais apegados ao que não temos do que aquilo que possuímos concretamente. A ilusão do ser, gera um comprometimento da razão e uma falsa ciência do saber. Por sua vez, a mania de perfeição, cria em torno de nós uma aura de subestimação e autocrítica destrutiva. Assim, repetimos não só as lições do ontem, bem como alimentamos a dúvida do que pode vir a ser, desperdiçando energia psíquica.
Se por um lado, o sentimento de culpa nos mantém ligados ao passado, por sua vez, o estado de preocupação nos ancora no futuro. Desta forma nos impossibilitando de viver o momento presente. Com a mente cristalizada no passado ou voltada para o futuro nos tornamos vulneráveis e propensos cada vez mais, ao medo do fracasso."Não é a experiência de hoje que enlouquece os homens. É o remorso por alguma coisa que aconteceu ontem, e o temor do que o amanhã pode revelar”. (2)
Outro aspecto muito importante a ser considerado será o discernimento entre o eterno e o passageiro, o que conduzirá, por certo, nossa mente a um estado de confiança que nos propicia mais calma, objetividade, assertividade e consequentemente, auto realização.  Assim é que nos reabilitamos perante a Lei, fortalecidos pela autoestima, ressignificando  nossa realidade. Tornar-se presente, é o comando essencial da vida no momento em que nos apropriamos das ferramentas pessoais e recursos interiores para a administrar com clareza, o nosso momento existencial. Logo, a partir deste discernimento espiritual, surge naturalmente a renúncia e o desapego.
A alegria e o sentimento implícito no auto amor torna-se fonte purificadora da mente que busca redescobrir-se numa nova edição. Podemos considerar, esta, como sendo uma versão amadurecida do que é ser feliz. As religiões tradicionais do Oriente afirmam ser a alegria o primeiro sinal de que estamos sendo religioso. Nesse sentido, a “religião”, é o caminho da criatura para o seu criador. Não cogito de dogmas ou sistemas pessoais, mas da relevância e das prioridades dos bens espirituais sobre os bens materiais.
Desapegar-se é a palavra de ordem, senão vejamos: “ Buscai primeiro o Reino de Deus e o mais virá por acréscimo”. (Jesus)
Enfim, para melhor erradicar da nossa mente, a preocupação, ou seja, ocupar-se antes da hora ou do tempo, é sempre útil fazermos uma lista das coisas ou fatos que mais nos paralisam.
A seguir, perguntemo-nos:
- O que estes pensamentos querem fazer conosco?
Ouçamos cada uma das respostas em particular e se forem boas, saudáveis, acolhamos. Ao contrário, se apresentarem-se perniciosas ou prejudiciais ao nosso equilíbrio físio -psíquico, rejeitemo-las.
Simples, assim.
Vai aqui um amoroso lembrete, nem pensar que tudo ocorrerá num passe de mágica. Torna- se necessário, escolha, disponibilidade e força de vontade, insistindo pois:
O que tem que ser, será.
Se nos permitirmos.

Referências:
1.. DAYER, Whyne. In “ Seus Pontos Fracos”.
            Ed. Record
2. BURDETTE, Jones Robert. In Golden Dai (‘)
3. GASPARETO, Antonio. In Liberdade e Poder. Ed. Vida e Consciência.
4. O NOVO TESTAMENTO. Jesus. O Sermão da Montanha. Mt., 6:25-3  
              Mt. 6:34.






   



domingo, 21 de dezembro de 2014

Vencendo os inimigos da nossa paz


                      Vencendo os inimigos da nossa paz
“A paz vos deixo, a minha paz vos dou; não vô-la dou como o mundo a dá.”  (João, 14: 27)


A visão que deveríamos ter de mundo, é que ele na sua essência, para o que foi criado, é limpo. Nós, a humanidade tornamo-lo imundo.Como se não bastasse a investida predadora contra a natureza, observamos atônitos, a degradação ambiental a despeito das iniciativas de preservação e cuidados necessários ao nosso orbe terrestre. As fontes                       e os rios contaminados, a atmosfera poluída, as matas devastadas, tudo isto nos toca bem de perto os interesses imediatos como a saúde do corpo e o equilíbrio da mente.
Sequer, ponderamos numa alternativa de valores, estratégias objetivas e pragmáticas que possam tornar a vida na Terra, um planeta digno de ser habitado. Assim começa a violência contra tudo e contra todos. Sem saber por que brigam, os homens que se dizem inteligentes, fazem a guerra.
Num sistema social onde a paz e o equilíbrio é uma tônica a ser considerada, a destruição abusiva, a que submetemos o Planeta, constitui o maior ato de violência, verdadeira ameaça à paz que tanto almejamos conquistar. Se, a atitude pacificadora começa em nós, inútil ostentarmos bandeiras, panfletos e gritos de ordem nas praças públicas. Não raro, o conteúdo de tais investidas  venham estatisticamente, demonstrando a leitura da violência, sobretudo no Brasil cuja população jovem ainda, pratica roubos e assaltos à mão armada , o que pressupõe outros tantos desafios à inteligência e à sensibilidade dos homens de bem.
Sabemos não existir receitas prontas, porém, nos parece que o “descaso” À IMPLEMENTAÇÃO DA EDUCAÇÃO DE BASE e à saúde pública bem como a criação de uma política econômica e a sustentável criação de frentes de trabalho, reconhecida como necessária e urgente desde os mais verdes anos, vem se tornando um cancro para a sociedade moderna. O mal é mais moral que tecnológico e de vontade política. Enquanto as decisões promanem de cima para baixo, as classes sociais como o proletariado, que constitui uma grande parcela da nossa população e a grosso modo, os homens famintos e sedentos de justiça social, acotovelam-se à base da pirâmide, oprimidos e à margem do progresso.
A paz jamais se efetivará enquanto os nossos corações continuarem fechados ao bem comum. Os que se sintam prejudicados em seus interesses e direitos podem e devem conclamar e igualmente reivindicar melhores condições de vida e bem estar social.
Eis um dos notáveis precedentes, os quais, interceptam o caminho do progresso humano- o desnível do crescimento intelecto-moral. 
                                      Se por um lado, avançamos em conhecimento, erudição e status social, por sua vez, viável de questionamentos, o mesmo não ocorre em vias paralelas ao senso crítico e moral. Há, sem sombra de dúvidas, uma grande discrepância entre o saber e o agir. A nossa notável incoerência, fala mais alto.
Consideremos, como grande contribuição, a obra da educação, que por sua vez tornará os homens melhores, mais justos e solidários. Invoquemos sem precedentes o amor ao trabalho que deve se tornar palavra de ordem a iniciar-se desde os primeiros anos de vida. Não me refiro à exploração do trabalho do menor de idade e sim o exercício do saber aliado à prática. Assim, pois, uma educação, que por si só já o é preventiva, o amparo paralelo à proteção das futuras gerações, poderão  atenuar os males que se não forem tratados a tempo, continuarão , invariavelmente  afligindo consciências .
Tratemos, pois, de encarar os inimigos de nossa paz que se abrigam dentro de cada um de nós. Tomemos por exemplo o ódio, a raiva, o ressentimento, como chagas invisíveis que somente uma educação voltada para “o todo” poderá erradicá-las.
Paz. Palavra latina, pacificare, deriva pacificus, composta de dois radicais:       pax e facere = paz e fazer. Pacificador, portanto, é aquele que faz a paz e que a estabelece dentro de si.
- Como poderemos fazer a paz se ainda guardamos mágoas e ressentimentos?
Roberto  Assagioli  nos elucida a questão da seguinte maneira:” 
                       “ É  necessário que o homem conheça-se a si mesmo em seus diversos níveis de consciência para transformar o que for preciso a fim de que ele, Espírito, encontre a Paz dentro de si e traga-a para o mundo exterior.” (1)
                        Você pode até aceitar a cólera como uma parte de sua vida, mas reconheça que ela não atende a nenhum fim útil. É fato notório que quase e sempre justificamos o nosso comportamento explosivo explicando: “Eu sou apenas humano”. Se eu não explodir, acabo ficando doente ou quem sabe, tendo um colapso cardíaco.Fica claro que esta é mais uma escolha sua, pois como reação aprendida, você poderá usá-la e manifestá-la   ao se sentir contrariado, frustrado quando as suas expectativas não são concretizadas. Constitui, como tantos outros inimigos da nossa paz, uma reação imobilizadora. Podemos considerá-la como uma forte energia interior, disposta a saquear toda e qualquer reserva de tolerância. Cure-a, pois além de acentuada dose de manipulação, ela implica, também, uma predominante relação de poder sobre os outros. Acredite se quiser, meu amigo, você está doente e esta espécie de “influenza psicológica” torna-o incapaz como o faria uma doença física. Permaneça em constante alerta e não dê vazão à “demência passageira”, que além de deixá-lo insano, constitui uma constante ameaça às suas relações, sem contar que no campo fisiológico pode causar hipertensão, úlceras gástricas, urticárias, palpitações cardíacas, insônia, cansaço dentre outros males psicossomáticos. Observe ainda que a não opção pela paz pode detonar as suas relações amorosas, interferir no seu processo de comunicação e conduzi-lo à depressão e à culpa.
Pense em você, como alguém inteligente e emocionalmente disposto a vencer todas as dificuldades ao bom entendimento. Afinal, o mundo nunca será aquilo que você quer que ele seja. Tenha senso de humor. O riso é o sol da alma e sem sol nada pode viver e crescer. Assuma o comando da sua vida e exerça a sua vontade de forma saudável, respeitando sempre, a vontade e as decisões do outro. Escolha a paz e permaneça nela o tempo que for preciso. Eis o melhor caminho. Lembre-se, é da paz que em nós carece, que o mundo espera e agradece.
Finalizando estas palavras amigas, quero dividir com você mais uma experiência que muito nos sensibilizou:
Humberto de Campos em mensagem psicografada por Francisco Cândido Xavier, nos presenteia com o seu belíssimo e autêntico testemunho: “Hoje, não mais cogito de crer, porque sei. E aquele Mestre de Nazaré polariza igualmente as minhas esperanças(...)Ele ampara os meus pensamentos com a sua bondade sem limites. A ganga terrena ainda abafa, em   meu coração, o ouro que me deu da sua misericórdia; mas, como Bartolomeu, já possuo o bom ânimo para enfrentar os inimigos da minha paz, que se abrigam em mim mesmo. Tenho a alegria do Evangelho, porque reconheço que o seu amor não me desampara. Confiado nessa proteção amiga e generosa meu Espírito trabalha e descansa.” (2) 
 (  Humberto  de Campos in Boa Nova .Psicografia Chico  Xavier)

Olvanir Marques de Oliveira

Aviso aos Navegantes: Queridos seguidores e leitores, nestes tempos de Natal, eu só posso reviver e oferecer-lhes alguns minutos de reflexões sobre a paz. Que o Príncipe da Paz, encha os  seus lares de muita luz.
Paz e bem.
velasaovento-vane.blogspot.com
  1. (1) ROBERTO Assagioli -  Reflexões sobre a Paz. Psicografia, Ruth         Brasil. 
  2. (2) HUMBERTO de Campos in Boa Nova. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.

CREDITOS:

Enviado em 8 de fev de 2009
Vídeo feito para apresentação da Campanha da Fraternidade 2009. Tema: Paz

por Daniel Carrijo
danielcarrijo@eel.ufu.br
Música
"A Paz ( Heal The World)" por Roupa Nova (Google Play • iTunes)
Artista
Roupa Nova
Categoria
Educação
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quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Eu era feliz e não sabia

Eu era feliz e não sabia.       

Saudades....
Da nossa singela amizade.
Esperança que ainda guardo na lembrança,
Esse amor que virou saudade.
De ouvir aquela voz amiga a me dizer
-Vai com Deus!
Do tempo de “namorada”, quando a gente curtia a nossa fantasia em pequeninas lições de amor.
Ah! E aquele beijo roubado com um quase gosto de felicidade.
-Era beijo de verdade!
E por falar em gostar, como eu gostaria que voltassem aquelas madrugadas vazias, insones e frias a lembrar de alguém que muito longe, nem sequer nos escreveu.
Do orvalho beijando as flores do jardim da nossa casa. Diga-se de passagem, não era lá um grande jardim, mas as rosas, as rosas,eram todas para mim.
Como é bom recomeçar:
A bênção de cada dia, à noitinha e ao levantar.
-A bênção papai.
-Sua bênção minha mãe.
-Deus lhe abençoe, minha filha.
-Nosso Senhor lhe favoreça.
E depois de tanta bênção, legada com sinceridade, ir correndo pra caminha, dormir nos braços de Orfeu.
Como eram longas tais noites. Pareciam crianças vadias a enxertar no terreno de nossa alma a mais sublime das condecorações:
-Você merece ser feliz!
Afinal, ter um sonho nas mãos, uma saudade no coração é ser feliz, nada mais.

                  Olvanir Marques de Oliveira
Série: Eterna Poesia 




Publicado em 31/10/2011
Compositor: Alfredo Lepera/carlos Gardel
Musica:"El Dia Que Me Quieras (Version 1992)" por Richard Clayderman (iTunes • eMusic)
Artist:Richard Clayderman
Publisher: Piano Drops Music & Publishing 
Categoria: Música 

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sexta-feira, 27 de junho de 2014

Reflexão IX



                                                            
                 Reflexão IX

 A comunicação intrapessoal restitui ao homem a consciência do “Si”, nobilitando-o a viver bem e melhor, interagindo entre os dois pólos cerebrais de igual importância.
                  Se por um lado, agimos de forma objetiva, concreta, racional.
                  Por outro lado revelamos nosso intuitivo pensar integrando-o ao nível de nossa experiência interior, pessoal e intransferível.
                  Não sejamos tão racionais!
                  Que tal, atualizarmos a nossa dimensão artística?
                  Onde, aquele antigo projeto literário?
                  E aquele quadro visualizado numa perspectiva em óleo sobre tela?
                  E a dança? Movimentar-se ainda é o melhor para o corpo.
                  E como faz bem à alma!
                  Sejamos plurais.
                 
                                            

Olvanir Marques de Oliveira

                 
                 




Enviado em 29/02/2012
Trecho do livro O Poder do Silêncio de Eckhart Tolle, com música de Dan Gibson.
Categoria
Pessoas e blogs
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sábado, 22 de março de 2014

Sabedoria interior

                                   

“Aos quinze anos orientei o meu coração para aprender. Aos trinta, plantei meus pés no chão. Aos quarenta, não mais sofria de perplexidades. Aos cinqüenta, sabia quais eram os preceitos do céu, Aos sessenta, eu os ouvia com ouvido dócil.Aos setenta, eu podia seguir as indicações do meu próprio coração, pois o que eu desejava não mais excedia as fronteiras da justiça.”
                                            
                                                                                      Confúcio ( Os Analectos, II, 4)
                          
 SABEDORIA INTERIOR

                            O   aprendizado da sabedoria focaliza a mente que já se descristalizou da negatividade, para adentrar-se no caminho da busca pessoal. A maturidade da personalidade não se constrói em dias, meses. Anos e anos. Idades e mais idades, todas elas caracterizadas por diferentes descobertas e formas diferenciadas do saber.
                           O primeiro passo a tomar é o da convicção interna, aprimorando as lições do coração. Intuir o próprio saber e submetê-lo ao nível da razão, sem contudo abandonar a experiência profunda de cada um. Ninguém ama o desconhecido. Razão e sensibilidade amorosa, caminham juntos numa parceria de abnegada conveniência- que significa- a extensão do que sei, revela com igual intensidade a dimensão do que sou.                          
                          Viver é uma arte, quem sabe, a mais importante e difícil de ser conquistada.
                           O trabalho pessoal e intransferível, através das idades cronologicamente sabidas, bem como as idas e vindas na roda das reencarnações, é o de desidentificar-se com o mundo.
                           Lembremos do gigante do Evangelho Paulo de Tarso, em sua Epístola aos Romanos (12:2) “ e não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente.”
                           Eis o grande propósito desafiador: enquanto estou no mundo, não sou do mundo. Importa tratar de vencer-se a si mesmo, através do uso de tudo aquilo que nos pertence por Lei Divina, sem abusos e sem apegos.
                           Torna-se necessário uma constante vigilância de pensamentos e atos, entregando-se à vontade de Deus.
 Assim, o que eu quero, Deus garante.        
                             Um dos exercícios para viver e conviver com sabedoria é mover-se do sentimento de piedade, docilidade e justiça. Torna-se, necessário, ainda, sacrificar falsas necessidades, frivolidades, sem lamentações, evitando os melindres.  Não precisamos de isolamentos pois é através do atrito nas relações interpessoais que se efetiva o progresso humano. Quem não se envolve não se desenvolve.
                           Imprescindível ainda, o distanciamento, que acontece quando deslocamos o foco das nossas apreensões, ouvindo “as vozes dos Céus”, estabelecendo a necessária imunidade aos ventos contrários e as energias de baixo teor vibratório. Desta forma,  romper  as amarras do desespero e confiando sempre, manter uma atitude de serenidade   e naturalidade diante dos fatos.
                           Somente o amor, aliado ao conhecimento, concretiza a sabedoria real: saber, saber ser e saber fazer. Esta pequena metáfora pode constituir uma grande alavanca de emancipação espiritual.
                           Sabemos não ser fácil, tamanho empreendimento espiritual, pois, vivendo numa era tecnológica, habitualmente consumista, numa sociedade invadida pela crise de valores, defrontamos com muitos obstáculos, motivo suficiente para estudos e pesquisas que viabilizem mais qualidade de vida entre os homens.
                           Podemos afirmar que o maior dentre todos os obstáculos, ainda é o conflito existencial que trata da dualidade
Espírito x Matéria, tornando-se imprescindível conceder, aos mesmos, espaços adequados, porém, diferenciados, na dinâmica energética que os caracteriza.
                           O mundo que nos cerca e de igual modo nos recebe em sua morada temporária, foi sabiamente criado para nos servir.
Se soubermos superar as nossas necessidades inconclusas, podemos, é claro, passar por aqui, contabilizando esforços pessoais nos tornando os vencedores do mundo. Urge, portanto, abrir o coração e a mente, nesta busca infinda, de auto realização e paz. De bem com a vida e vivendo n o mundo   sem atavismos e preconceitos doentios.
                           Inclinar o “coração para  aprender ” é  aprender ao nível de profundidade, no âmago de nós mesmos, a nossa verdade maior:
EU SOU.
EU SEI.
                            EU SEI FAZER POR AMOR.

A título de ilustração:

         Era uma vez, um homem “desalinhado” e infeliz, que vivia constantemente um quebra-cabeça.
         Hora, somente pensava: era o Sabe Tudo do lugar. Em momentos difíceis, o coitado perdia a razão e tornava-se um corpo ambulante. Fazia por fazer. Em outros instantes, sua emoção falava mais forte e o Sabe Tudo, coitado, perdia-se no desconcerto das emoções inúteis.
         Até que, um dia, chorando às pampas, deu de cara com o esquecido amigo que há muito tempo não via: o Sr. BOM SENSO.
         -Oh! Que bom encontrá-lo, meu amigo. E desabafou, ando desconectado. Não consigo enxergar o “plug” que por certo me transmitiria mais luminosidade.
-Que fazer?
         Se atiro com a razão, não consigo acertar na mosca. Se ajo impensadamente tudo vai por água abaixo. Se reajo, utilizando a minha emotividade, dizem: -este é um trem descarrilhado  e  saem todos de perto.
O Sr. BOM SENSO, após ouvi-lo atenciosamente, sugeriu-lhe:  
-Por que você não puxa os seus próprios cordões?
Quem sabe, você pode seguir de vento em popa.”
Dito e feito. “Desalinhado” passou a controlar e guiar o barco das suas realizações e desde então, entrou no mar da vida de cabeça. Porém, lembrou-se de levar consigo, a bóia da segurança pessoal, o motor do próprio esforço e a bússola norteadora de um coração alegre e agradecido. Considerava-se um homem completo, inteiro.
Dizem, por aí, à bocas pequenas, que este ser é vivente, porém raramente encontrado nas águas do rio da vida.


                        Olvanir Marques de Oliveira

Creditos:
Enviado em 27/09/2010
Lyrics: http://easylyrics.org/?artist=Loreena McKennitt

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sábado, 22 de fevereiro de 2014

Reflexão VIII




Reflexão VIII


                   O corpo humano é a tela da vida,
Onde expressamos nossas necessidades inconclusas.
O nosso poder de ir mais além.
A nossa vontade soberana, em união com o sagrado:
                    - Deus em nós.
                    Somos todos um.

             

                       Olvanir Marques de Oliveira


 Postado por:
 lawebdetulum 
 Publicado em 13/03/2012 
http://www.lawebdetulum.
com Fotos de Tulum 
Altor Musica: Robert Haig Coxon 
Musica: FRECUENCIAS DEL ALMA. 
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sábado, 5 de outubro de 2013

REFLEXÃO VII


REFLEXÃO VII

  Eu sei Senhor, que não mereço nada.
  Quero, somente, a Ti, agradecer
  Teu amor que me conduz a caminhada.
  Oh! Fonte de beleza rara!
  Imutável Presença.
  Imperecível Bondade.
  Deus de Justiça, Amor e Caridade.
  Deixai-me beber na Tua Sabedoria, dessedentando
  A minha sede de paz.
  Deus!
  O meu refúgio, o meu pão - alimento que nutre o meu ser
  De imorredoura esperança.
  Obrigada, Senhor!

  Olvanir  Marques de Oliveira


 Creditos;
Publicado em 12/08/2012
Artist: Ernesto Cortazar
Album: Mascarade
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sábado, 29 de junho de 2013

O jovem e a apatia dos tempos modernos




                        Os anos sessenta marcaram época com o movimento febril da tão decantada “juventude transviada”. Ídolos de necessidades passageiras coloriram o universo fantasioso dos adolescentes, os quais se abeiravam às portas  largas de permissivas atitudes, em notório descontentamento interior  vibrando protestos que se notabilizavam através das vestimentas , do vocabulário”inovador”, das artes , da música  e  da dança.
                        Assim projetavam  mísseis  de  irrefreada   rebeldia.
                       Lutavam por idéias e ideais de liberdade, muitos, dentre eles, bem intencionados, inteligentes, criativos. Assemelhavam-se a crianças traquinas em desforço comum na luta contra os fantasmas invisíveis que povoavam suas mentes preguiçosas e inoperantes.
                        De certo constituíram uma frente poderosa e igualmente perniciosa. Ao invés da contestação saudável, criou-se espaços à anarquia social, gerando um contexto reparador- o conflito de gerações.
                        O fumo, a droga, substâncias tóxicas incineraram valores  transcendentes abrindo as comportas do mundo do crime, da prostituição e do sexo livre. Concomitante, habituaram-se à  ingestão  de drogas  psicoativas  tais como o LSD, a maconha, o crack, a cocaína e tantas outras mais.
            Como cegos, debatia-se a nossa juventude em overdose criminosa num verdadeiro tiroteio, sob a mira especulativa dos então denominados,”traficantes”.
                        Nunca a família foi tão contestada e ao mesmo tempo fragilizada .
A partir daí estivemos a braços com os deslizes  morais, o absenteísmo  familiar  e  a indiferença e a falta  de vontade  política dos órgãos governamentais que continuam, desavergonhadamente, insistindo em propostas paliativas e desafiadoras.
O Brasil, por sua vez, através de dados estatísticos atuais, vem sendo cotado como “recorde” mundial em homicídios.
Produto da vivência sem limites, nossa juventude ainda transviada, pede socorro.
                    O crime organizado,  defluente  de uma certa apatia dos tempos modernos invade a sociedade como epidemia que se alastra à revelia das ações de controle e repressão também organizada.
Reféns de uma pobreza sem igual, num país rico de possibilidades, nobre e belo, contaminam-se os nossos jovens, dessa terrível doença do século que grassa assustadoramente, paralisando a máquina do progresso moral à serviço de interesses menos dignos.
                        Não existe bússola. Falta teto. Falta comida. Falta trabalho.Falta segurança. Falta educação. Falta saúde. Falta amor.
                       Assim depauperados, nossos jovens pedem disciplina e orientação seguras.
                        Porém, nem tudo se perdeu. Resta-nos a vontade política de um povo, quase dominado , que ora se levanta, constituindo um dos maiores movimentos até então registrados por fontes nacionais e igualmente, internacionais.
                        A mídia não perdoa e os abusos crescem à proporção que as intenções melhores são ainda ignoradas.
                        Continuamos acreditando no poder da maioria intelecto-moral que resiste aos danos causados pela pobre minoria, cúmplice e desvinculada dos ideais que norteiam a nossa Pátria Mãe.
                       E o grito de alerta continua. Nas praças e nas ruas.
                       Queremos um Brasil novo. Uma República renovada sem desculpismos ou acanhadas promessas de esperança.
                       Somente e a partir de uma educação de base aliada ao trabalho, o fortalecimento dos laços familiares com a devida solidez da autoridade das figuras parentais, adultos significativos, poderão implementar  o conhecimento  e  o devido respeito às leis divinas e humanas. Acreditamos ainda que a despeito de tantos desvarios, poderemos, juntos, mobilizar esforços no sentido de minimizar tais danos, implantando com urgência a semente do amor paralelamente a um novo modelo educacional, politicamente organizado pela solidariedade  e  participação efetiva do nosso povo que se levanta e se agiganta, com o firme propósito de “incluir” esta geração que sobrevive à margem, no submundo da ignorância.
                        Educar a criança e o jovem deve constituir uma proposta assegurada  por  todos aqueles que já despertaram, sem omissão de serviço.
                        E eu me pergunto:
                        -Até quando haveremos de suportar a licenciosidade entrando nos nossos lares?
                        -Até quando seremos saqueados em nossa igualdade de direitos e liberdade de ir e vir como verdadeiros cidadãos do futuro?
                       Responde-me uma sensatez intuitiva e cientificamente comprovada:
-o amor é o ponto de partida! A iniciativa proativa e eficaz por parte de todos que tocados em seus brios pessoais, não se deixarão corromper.

                        Augurando um final feliz, sugerimos, sobretudo a você, meu jovem, uma ligeira reflexão em torno do assunto que nos diz respeito.
                       
Contam que certo jovem sedento de afirmação espiritual procurou certa vez o pensador e sacerdote hebreu Shammai e o interrogou:
                        -Poderias ensinar-me toda Bíblia durante o tempo em que eu possa quedar-me de pé, num só pé?
                        -Impossível! Respondeu-lhe o filósofo religioso.
                        -Então de nada me serve a tua doutrina, redargüiu o moço.
                        Logo após buscou  Hilel ,o famoso doutor, propôs-lhe a mesma indagação. O Mestre, acostumado à sistemática da lógica e da argumentação, mas, também, conhecedor das angústias humanas, respondeu:
                        __ Toma posição.
                        __ Pronto! -_ retrucou o moço.
                        __ Ama! _ elucidou Hilel.
                        __ Só isso?! E o resto da Bíblia?_ inquiriu apressadamente.
                        __ Basta o amor.Concluiu o austero religioso_ Todo restante da Bíblia é somente para explicar isso.”
                                                                        ( autor desconhecido)

                        É refletindo nessa experiência anterior que eu o convido a fazer uma ligeira viagem ao seu mundo íntimo.
                        Neste exato momento não estou bem certa se você tem consciência do imediatismo da sua conduta. É natural. Quem sabe, os adultos que lhe acolheram como modelos, equivocaram-se deixando-o desapontado e você busca, “in loco”, respostas prontas e receitas infalíveis – o que nos parece compreensível, pois você nem mesmo iniciou o seu projeto de vida.
                        “Amar se aprende, amando”. Alimentado pela esperança, torna-se uma necessidade ontológica que deve ancorar-se na prática do seu dia a dia.  Indispensável acreditar no seu dinamismo pessoal, estar ciente do dever retamente cumprido- alguém atuante e empreendedor.
                        Não esqueça que você tem todo o tempo de que precisa para aprender a amar, sem pressa, pois a mesma é inimiga da perfeição.
                        Movido por tais alavancas poderosas você já pode prosseguir na fantástica viagem do encontro consigo mesmo. O amor cura. O amor tem como prêmio o próprio amor. Ame-se! Ninguém melhor que você para atualizar este comando psíquico de capital importância no seu processo de  auto-descobrimento.
                        Quem ama não adoece, pois o amor restaura e engrandece.
                        Faça aquilo que é preciso fazer. Existe uma receita tão prática e econômica quanto esta? A ação operante é o que mais nos impulsiona a sairmos do mundo das idéias para otimizá-las ao longo da nossa vivência intra e interpessoal. E quando as efetivamos, que sensação de utilidade!
                       É muito bom perceber que a nossa vida é importante e é nesse grande conjunto de possíveis que fazemos a diferença.
                       E daí? Faz sentido, pois do contrário estaremos a um passo do buraco negro da ociosidade e da depressão.
                        Ah! Como é gratificante acionar os neurônios cerebrais e  mais estimulante, ainda, é a soma de amor alinhada à razão, transmutando aquelas velhas concepções de medo e insegurança.
                        Afinal, crescer e investir nos conteúdos anímicos significativos é escolher a melhor logomarca para “vender o nosso peixe”.
                        Sucesso nos seus empreendimentos. E mais uma vez, vá com calma!
A natureza não dá saltos.
                        O Brasil ainda nos pertence por direito e por destinação gloriosa!

                                                Olvanir Marques de Oliveira            





Creditos;

Postado por : SenhorDa Voz
Dara 11/10/2010
Musica:Pra não dizer que não falei das flores (Caminhando e cantando)
Cantor: Geraldo Vandré
Compositor: Geraldo Vandré

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Despertando a alegria de viver


                    Despertando a alegria de viver

                    Às portas de um novo milênio somos chamados a repensar o sentido real da nossa vida, bem como as nossas possibilidades de criatividade e realização.
                   Quando pretendemos viver plenamente, adotamos um novo conceito existencial.
                   Numa dimensão trans-pessoal, convencionemos o viver como um continuum existencial- além do sensório comum.
                   Uma vida bem vivida, já não mais se integra nas simples aquisições cotidianas. Não nos completa e nem repleta a nossa sensibilidade anímica, o fato de termos uma profissão, um trabalho bem remunerado, uma boa aposentadoria e esperar o momento tão equivocado, chamado morte. 
                   É necessário implementar esforços na busca da descoberta e da realização do sonho pessoal, para melhor nos inserirmos no contexto atual e assim nos inteirarmos do nosso projeto existencial.
                   A alegria é o combustível necessário a uma conquista pessoal e de real significado a fim de melhor conquistarmos mais qualidade de vida.Ninguém como nós, pode senti-la e avaliar-lhe os benefícios com que nos propiciamos, como mais uma atitude interna de reconhecido agradecimento ao ato de viver.
                   Buscá-la nas mínimas realizações e expressões da natureza é um longo processo de tomada de consciência dos fatores e impedimentos à sua realização.
                   Uma das táticas, factíveis e ao alcance de todos, seria associar a intenção com a prática da meditação o que nos possibilitará ouvir a voz interior e adentrarmos, cada vez mais lúcidos no caminho da auto-realização.Sem esquecer que todos nós, somos capazes de viver uma vida de intensas alegrias. Este recurso, como tantos outros, encontra-se dentro de cada um de nós.
                   Costumeiramente permitimos que fatos ou situações desagradáveis, carregadas de tristeza, nos impeçam de agir com mais alegria e contentamento. Assim é que nos deixamos fixar no passado, sem viver o momento presente.
                   Todas as situações paralisantes, como: Crise financeira, amores desfeitos, problemas de saúde, mortes prematuras, dentre outras, tendem a influenciar no despertar da nossa alegria de viver.
                   Podemos rever nossas necessidades  mais urgentes,  por exemplo:
                 _Como gostaríamos de viver melhor?
                _ Rodeado de amigos? Atuando significativamente na área profissional ou realizando serviços voluntários?
                   Observemos se essas e outras necessidades que surgirem, são essenciais ao nosso bem viver e questionemos , a seguir:.                                                 
                 - O que mais nos dá prazer?
                - Quais são as necessidades que estamos atendendo?
                - Quais as que não estão sendo preenchidas?
                - Temos, realmente, necessidade d’elas?
                 Que tal, aproveitar a vida como ela se apresenta? Esta é uma alternativa bastante confortadora. Por outro lado, somente nós, podemos controlar as nossas emoções e ao interpretar os fatos, fazê-lo da forma mais objetiva possível. Ainda podemos escolher a melhor parte do bolo, tirando proveito do sofrimento sem se deixar abater, desidentificando-se com o mesmo.
Facilitar o nosso trabalho interior é não complicar o que não é complicado e adotar a simplicidade como um estilo e norma de conduta a ser vivenciada. Esta é uma arte concebida por aqueles que vencendo a si mesmos são competentes na naturalidade com que administram os desafios cotidianos.
                 Aqui vai , o que consideramos uma boa sugestão:
                 Agradecer mais e nunca pedir o supérfluo pois já temos o suficiente para viver bem com a desejada qualidade de vida.
                 Um bom exercício, será relembrar momentos agradáveis, ouvir músicas de nossa preferência e contactar, sempre que possível, pessoas que transmitam otimismo e bom humor.
                Que tal revermos o nosso velho álbum de fotografias?
                Lembra-se de quando eramos criança, a alegria estampada no nosso rosto? Raramente vemos fotos infantis, tristes e por que não experimentarmos a alegria de ser criança?
                Despertemos a criança que mora dentro de nós. Ela se esconde e brinca, porém não esquece          Brincadeira é coisa séria, o que não nos impede de sorrir às dificuldades.
                Dizem os antigos e estudiosos que a alegria é o dom de Deus. Desperta-la e vivenciá-la é sentir-se conectado ao próprio Deus.
                Não digo que é fácil, porém não pense que é impossível.
                Concluindo: ainda consideramos o melhor caminho, ressignificarmos   as nossas crenças,atualizando idéias pessoais e seguindo sempre o nosso rastro interior, pois nada mais conflitante que viver a vida dos outros esquecendo-se da própria vida.
                Amanhã será um novo dia, e, nesse dia, por certo, começaremos uma nova estação, amparados pelo desejo de aprender e exercitar a alegria de viver.





Olvanir  Marques de Oliveira