domingo, 11 de junho de 2017

TU e EU


                                    TU e EU  


Somente nós a partilhar desejos,
Anseios fortes deste amor sem fim.
Ao te buscar no sabor dos meus beijos.
Sinto mais forte o teu calor em mim.

Tu ficarás, ao lado meu, querido.
Serei só, tua, deixa que eu te abrace!
Segredos, falarei ao teu ouvido,
Em comunhão perene deste enlace.

Enquanto a vida nos festeja os laços,
Caminharemos plenos de alegrias,
A partilhar as nossas fantasias.

Navegarei ao porto dos teus braços;
Tu, ancorado nos abraços meus,
Eu, ancorada nos abraços teus.


 Olvanir Marques de Oliveira
 Serie: Eterna Poesia


Creditos :
Enviado em 31 de mar de 2007
Sándor Benkó - clarinet,
Vilmos Halmos - piano,
Zsolt Kelemen - bass,
Gábor Kovacsevics - drums
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domingo, 2 de abril de 2017

Súplica Nagô

Creditos:
Publicado em 12 de mai de 2014
Nelson Ferraz - TERRA SECA - Ary Barroso - arranjo do Maestro Radamés Gnattali.
Álbum: Nelson Ferraz - Lamento Negro.
Ano de 1956.
Imagem do Poema Suplica Nagô
Capa do Álbum:
Nelson Ferraz - Lamento Negro.
Ano de 1956.
Gravadora Continental.

domingo, 12 de março de 2017

Lua Peregrina

ilustração quadro pintado serie Acrílico sobre Telas
Amorosa e bela te vejo passar
Deixando em teu rastro
Uma esteira de luz.
Singela presença!
Só tu, enches de  claridade
A noite escura dos meus dias.

Te amo nova,
Mensageira da alegria.
Te amo cheia
De contentamento.
No quarto minguante
Fico a te esperar
No quarto crescente
Expectativa em seu lugar.

Em todas as tuas fases
Trazes imagens e saudades.
Peregrina dos séculos.
Meu eterno luar.


Olvanir  Marques de Oliveira
Serie: Eterna Poesia

Creditos:
Produção artística, Bruno Sampaio.
                         Salvadora BA.

ilustração quadro pintado serie Acrílico sobre Telas
créditos Bruno Sampaio

fundo musical : musica instrumental Ontem ao Luar 

domingo, 9 de outubro de 2016

HÁ FLORES NO CAMINHO

HÁ FLORES NO CAMINHO       
Por onde andares,
Esperando tua sorte.
Não vislumbres certezas
Do amanhã.
Lamenta o tempo guardado
Em tuas mãos,
Abundância recebida
Em profusão.
Existem flores perfumando
Teu caminho,
Bem no canteiro escuro do
Teu ser.
Se cultivadas no jardim
Do amanhecer
Enfeitará, por certo,
Teu viver.
Suavizando a noite
Dos teus dias,
Receberás, a ventura,
A alegria.
Rosas de amor sob o odor
Do carinho,
Flores e flores a palmilhar
Teu caminho.

Olvanir  Marques de Oliveira
Serie: Eterna Poesia

 

Creditos:

Enviado em 12 de ago de 2007
MUSICA INSTRUMENTAL PIANO
INSTRUMENTAL PIANO MUSIC
UNA CARA AMABLE DE LO QUE ES LA VIDA...
A NICE FACE OF WHAT IS THE LIFE...
  • Categoria

    • Música
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    • Licença padrão do YouTube
  • Música

    • "La Vida Es Bella" por Ernesto Cortazar

sábado, 13 de agosto de 2016

SER JOVEM



SER JOVEM
 Ser jovem é desfrutar
A beleza da vida.
E sondando o ideal,
Prosseguir na investida.
É sentir a alegria,
O contentamento, a nobreza.
E saborear noite e dia,
A bondade e a pureza.

Ser jovem é enaltecer
O magno instante do viver.
E vestir-se de intrépida vontade
Para comemorar a estação do amor
      Primavera florida
No esplendor da mocidade.


Olvanir  Marques de Oliveira
Série : Eterna Poesia

                







Publicado em 10 de abr de 2013
Instrumental do álbum "Tom Jobim e convidados"

Universal Music Group, 1985
Groupe Archambault, 1985
Categoria : Música
Licença: Licença padrão do YouTube
Música : "The Girl From Ipanema (Remastered)" por Antônio Carlos Jobim 
(Google Play • iTunes )

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

TEUS OLHOS



 Amo tanto estes teus olhos
 Que não posso vê-los  tristes
 Teus olhos são dois amores
 Que nunca no mundo os vistes.

 Tão alegres, tão serenos.
 Pérolas de luz que irradia
 Oh! Se soubesses, querida
 Do bem que nos contagia.

Amo os teus olhos sinceros
Cheios de paz – calmaria
Portas abertas- passagem
Para um viver d’alegria.
 
Olvanir Marques de Oliveira


Creditos: 
Postado por : Hugo Enrique-Cagnolo 
licença padrão youtube 
Categoria Musica 
Enviado em 20 de abr de 2009 
quarteto:
Eduardo Botana (Flauta),Joaquín Botana (violín), 
Hugo Enrique-Cagnolo (guitarra), Eduardo del Río (Cello). 
Grabado el 19 enero 2009 en la Capilla de Abantos (San Lorenzo de El Escorial, Spain) ‪Ojos Negros (Black eyes - Ochi Chernye) Instrumental (Cuarteto Diferencias)‬

terça-feira, 18 de agosto de 2015

De Mãos Unidas










De Mãos Unidas

De mãos unidas, assim, caminharemos,
Vencendo as urzes e pedras da jornada,
Como se a vida nos fosse dada,
Para o esplendor do amor
Em nossa caminhada.

De mãos unidas, o mal, combateremos,
A dor, esqueceremos.
O sofrimento, então, será nada.
E as lágrimas vertidas ao sabor das tristezas,
Como pérolas de luz,
Iluminarão nossa estrada.

Assim, unidos no amor.
Assim, unidos na dor.
Não temeremos o norte das nossas realizações.
Pois seremos mais um que sofre e chora,
Em meio a multidões.



Olvanir Marques de Oliveira

Eterna Poesia



 Enviado em 12 de ago de 2007 
MUSICA INSTRUMENTAL PIANO
INSTRUMENTAL PIANO MUSIC
UNA CARA AMABLE DE LO QUE ES LA VIDA...
A NICE FACE OF WHAT IS THE LIFE..
 Música "La Vida Es Bella" por Ernesto Cortazar (iTunes • eMusic) 
Categoria    Música 
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segunda-feira, 13 de abril de 2015

Prece ao vento


Prece ao vento

Vento!
 Leva o vazio que me deixa sombrio.
O calor e a falta de opção que queima em fogo
Ardente, nas chamas do meu coração.
E, se carregas contigo, a força de um tufão,
Desfaz, na poeira do tempo,
O que não vale a pena, a recordação.
Leva contigo, amigo,
Tudo o que eu não mais preciso!


Olvanir Marques de Oliveira


Série: Eterna Poesia


Creditos:

Enviado em 23 de jun de 2010
Song about the sea and the wind. Composed by Caymmi.

Visite o canal de SenhorDaVoz e conheça um dos mais impressionantes acervos da música brasileira no YouTube.

domingo, 21 de dezembro de 2014

Vencendo os inimigos da nossa paz


                      Vencendo os inimigos da nossa paz
“A paz vos deixo, a minha paz vos dou; não vô-la dou como o mundo a dá.”  (João, 14: 27)


A visão que deveríamos ter de mundo, é que ele na sua essência, para o que foi criado, é limpo. Nós, a humanidade tornamo-lo imundo.Como se não bastasse a investida predadora contra a natureza, observamos atônitos, a degradação ambiental a despeito das iniciativas de preservação e cuidados necessários ao nosso orbe terrestre. As fontes                       e os rios contaminados, a atmosfera poluída, as matas devastadas, tudo isto nos toca bem de perto os interesses imediatos como a saúde do corpo e o equilíbrio da mente.
Sequer, ponderamos numa alternativa de valores, estratégias objetivas e pragmáticas que possam tornar a vida na Terra, um planeta digno de ser habitado. Assim começa a violência contra tudo e contra todos. Sem saber por que brigam, os homens que se dizem inteligentes, fazem a guerra.
Num sistema social onde a paz e o equilíbrio é uma tônica a ser considerada, a destruição abusiva, a que submetemos o Planeta, constitui o maior ato de violência, verdadeira ameaça à paz que tanto almejamos conquistar. Se, a atitude pacificadora começa em nós, inútil ostentarmos bandeiras, panfletos e gritos de ordem nas praças públicas. Não raro, o conteúdo de tais investidas  venham estatisticamente, demonstrando a leitura da violência, sobretudo no Brasil cuja população jovem ainda, pratica roubos e assaltos à mão armada , o que pressupõe outros tantos desafios à inteligência e à sensibilidade dos homens de bem.
Sabemos não existir receitas prontas, porém, nos parece que o “descaso” À IMPLEMENTAÇÃO DA EDUCAÇÃO DE BASE e à saúde pública bem como a criação de uma política econômica e a sustentável criação de frentes de trabalho, reconhecida como necessária e urgente desde os mais verdes anos, vem se tornando um cancro para a sociedade moderna. O mal é mais moral que tecnológico e de vontade política. Enquanto as decisões promanem de cima para baixo, as classes sociais como o proletariado, que constitui uma grande parcela da nossa população e a grosso modo, os homens famintos e sedentos de justiça social, acotovelam-se à base da pirâmide, oprimidos e à margem do progresso.
A paz jamais se efetivará enquanto os nossos corações continuarem fechados ao bem comum. Os que se sintam prejudicados em seus interesses e direitos podem e devem conclamar e igualmente reivindicar melhores condições de vida e bem estar social.
Eis um dos notáveis precedentes, os quais, interceptam o caminho do progresso humano- o desnível do crescimento intelecto-moral. 
                                      Se por um lado, avançamos em conhecimento, erudição e status social, por sua vez, viável de questionamentos, o mesmo não ocorre em vias paralelas ao senso crítico e moral. Há, sem sombra de dúvidas, uma grande discrepância entre o saber e o agir. A nossa notável incoerência, fala mais alto.
Consideremos, como grande contribuição, a obra da educação, que por sua vez tornará os homens melhores, mais justos e solidários. Invoquemos sem precedentes o amor ao trabalho que deve se tornar palavra de ordem a iniciar-se desde os primeiros anos de vida. Não me refiro à exploração do trabalho do menor de idade e sim o exercício do saber aliado à prática. Assim, pois, uma educação, que por si só já o é preventiva, o amparo paralelo à proteção das futuras gerações, poderão  atenuar os males que se não forem tratados a tempo, continuarão , invariavelmente  afligindo consciências .
Tratemos, pois, de encarar os inimigos de nossa paz que se abrigam dentro de cada um de nós. Tomemos por exemplo o ódio, a raiva, o ressentimento, como chagas invisíveis que somente uma educação voltada para “o todo” poderá erradicá-las.
Paz. Palavra latina, pacificare, deriva pacificus, composta de dois radicais:       pax e facere = paz e fazer. Pacificador, portanto, é aquele que faz a paz e que a estabelece dentro de si.
- Como poderemos fazer a paz se ainda guardamos mágoas e ressentimentos?
Roberto  Assagioli  nos elucida a questão da seguinte maneira:” 
                       “ É  necessário que o homem conheça-se a si mesmo em seus diversos níveis de consciência para transformar o que for preciso a fim de que ele, Espírito, encontre a Paz dentro de si e traga-a para o mundo exterior.” (1)
                        Você pode até aceitar a cólera como uma parte de sua vida, mas reconheça que ela não atende a nenhum fim útil. É fato notório que quase e sempre justificamos o nosso comportamento explosivo explicando: “Eu sou apenas humano”. Se eu não explodir, acabo ficando doente ou quem sabe, tendo um colapso cardíaco.Fica claro que esta é mais uma escolha sua, pois como reação aprendida, você poderá usá-la e manifestá-la   ao se sentir contrariado, frustrado quando as suas expectativas não são concretizadas. Constitui, como tantos outros inimigos da nossa paz, uma reação imobilizadora. Podemos considerá-la como uma forte energia interior, disposta a saquear toda e qualquer reserva de tolerância. Cure-a, pois além de acentuada dose de manipulação, ela implica, também, uma predominante relação de poder sobre os outros. Acredite se quiser, meu amigo, você está doente e esta espécie de “influenza psicológica” torna-o incapaz como o faria uma doença física. Permaneça em constante alerta e não dê vazão à “demência passageira”, que além de deixá-lo insano, constitui uma constante ameaça às suas relações, sem contar que no campo fisiológico pode causar hipertensão, úlceras gástricas, urticárias, palpitações cardíacas, insônia, cansaço dentre outros males psicossomáticos. Observe ainda que a não opção pela paz pode detonar as suas relações amorosas, interferir no seu processo de comunicação e conduzi-lo à depressão e à culpa.
Pense em você, como alguém inteligente e emocionalmente disposto a vencer todas as dificuldades ao bom entendimento. Afinal, o mundo nunca será aquilo que você quer que ele seja. Tenha senso de humor. O riso é o sol da alma e sem sol nada pode viver e crescer. Assuma o comando da sua vida e exerça a sua vontade de forma saudável, respeitando sempre, a vontade e as decisões do outro. Escolha a paz e permaneça nela o tempo que for preciso. Eis o melhor caminho. Lembre-se, é da paz que em nós carece, que o mundo espera e agradece.
Finalizando estas palavras amigas, quero dividir com você mais uma experiência que muito nos sensibilizou:
Humberto de Campos em mensagem psicografada por Francisco Cândido Xavier, nos presenteia com o seu belíssimo e autêntico testemunho: “Hoje, não mais cogito de crer, porque sei. E aquele Mestre de Nazaré polariza igualmente as minhas esperanças(...)Ele ampara os meus pensamentos com a sua bondade sem limites. A ganga terrena ainda abafa, em   meu coração, o ouro que me deu da sua misericórdia; mas, como Bartolomeu, já possuo o bom ânimo para enfrentar os inimigos da minha paz, que se abrigam em mim mesmo. Tenho a alegria do Evangelho, porque reconheço que o seu amor não me desampara. Confiado nessa proteção amiga e generosa meu Espírito trabalha e descansa.” (2) 
 (  Humberto  de Campos in Boa Nova .Psicografia Chico  Xavier)

Olvanir Marques de Oliveira

Aviso aos Navegantes: Queridos seguidores e leitores, nestes tempos de Natal, eu só posso reviver e oferecer-lhes alguns minutos de reflexões sobre a paz. Que o Príncipe da Paz, encha os  seus lares de muita luz.
Paz e bem.
velasaovento-vane.blogspot.com
  1. (1) ROBERTO Assagioli -  Reflexões sobre a Paz. Psicografia, Ruth         Brasil. 
  2. (2) HUMBERTO de Campos in Boa Nova. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.

CREDITOS:

Enviado em 8 de fev de 2009
Vídeo feito para apresentação da Campanha da Fraternidade 2009. Tema: Paz

por Daniel Carrijo
danielcarrijo@eel.ufu.br
Música
"A Paz ( Heal The World)" por Roupa Nova (Google Play • iTunes)
Artista
Roupa Nova
Categoria
Educação
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quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Eu era feliz e não sabia


Eu era feliz e não sabia.      

Saudades....
Da nossa singela amizade.
Esperança que ainda guardo na lembrança,
Esse amor que virou saudade.
De ouvir aquela voz amiga a me dizer
-Vai com Deus!
Do tempo de “namorada”, quando a gente curtia a nossa fantasia em pequeninas lições de amor.
Ah! E aquele beijo roubado com um quase gosto de felicidade.
-Era beijo de verdade!
E por falar em gostar, como eu gostaria que voltassem aquelas madrugadas vazias, insones e frias a lembrar de alguém que muito longe, nem sequer nos escreveu.
Do orvalho beijando as flores do jardim da nossa casa. Diga-se de passagem, não era lá um grande jardim, mas as rosas, as rosas,eram todas para mim.
Como é bom recomeçar:
A bênção de cada dia, à noitinha e ao levantar.
-A bênção papai.
-Sua bênção minha mãe.
-Deus lhe abençoe, minha filha.
-Nosso Senhor lhe favoreça.
E depois de tanta bênção, legada com sinceridade, ir correndo pra caminha, dormir nos braços de Orfeu.
Como eram longas tais noites. Pareciam crianças vadias a enxertar no terreno de nossa alma a mais sublime das condecorações:
-Você merece ser feliz!
Afinal, ter um sonho nas mãos, uma saudade no coração é ser feliz, nada mais.

                  Olvanir Marques de Oliveira


quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Eu era feliz e não sabia

Eu era feliz e não sabia.       

Saudades....
Da nossa singela amizade.
Esperança que ainda guardo na lembrança,
Esse amor que virou saudade.
De ouvir aquela voz amiga a me dizer
-Vai com Deus!
Do tempo de “namorada”, quando a gente curtia a nossa fantasia em pequeninas lições de amor.
Ah! E aquele beijo roubado com um quase gosto de felicidade.
-Era beijo de verdade!
E por falar em gostar, como eu gostaria que voltassem aquelas madrugadas vazias, insones e frias a lembrar de alguém que muito longe, nem sequer nos escreveu.
Do orvalho beijando as flores do jardim da nossa casa. Diga-se de passagem, não era lá um grande jardim, mas as rosas, as rosas,eram todas para mim.
Como é bom recomeçar:
A bênção de cada dia, à noitinha e ao levantar.
-A bênção papai.
-Sua bênção minha mãe.
-Deus lhe abençoe, minha filha.
-Nosso Senhor lhe favoreça.
E depois de tanta bênção, legada com sinceridade, ir correndo pra caminha, dormir nos braços de Orfeu.
Como eram longas tais noites. Pareciam crianças vadias a enxertar no terreno de nossa alma a mais sublime das condecorações:
-Você merece ser feliz!
Afinal, ter um sonho nas mãos, uma saudade no coração é ser feliz, nada mais.

                  Olvanir Marques de Oliveira
Série: Eterna Poesia 




Publicado em 31/10/2011
Compositor: Alfredo Lepera/carlos Gardel
Musica:"El Dia Que Me Quieras (Version 1992)" por Richard Clayderman (iTunes • eMusic)
Artist:Richard Clayderman
Publisher: Piano Drops Music & Publishing 
Categoria: Música 

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sábado, 6 de setembro de 2014

Excomunhão


Excomunhão

Estranha medida.
Deram-me por vencida.
Diagnosticaram-me o ideal,
Inoculando-me do mal.
Beberam no cálice da salvação.
Cobraram-me em moedas de iniquidade,
O preço da verdade- gesto anticristão.
Então, minha devoção fez-se descrente,
Perante a multidão que como eu,
Não comungou, tamanha alienação!
Virei o cálice, rasguei o véu.
Acendi velas a Deus e ao diabo.
Confundi-me ante a vil fidelidade
Dos que assim professam a liberdade.

Olvanir Marques de Oliveira
Série: Baian’Amor

 Creditos: Postado por : Michaela Helena 
Hino da Independência do Brasil Letra: Evaristo Ferreira da Veiga 
Música: D. Pedro I 
 Publicado em 05/09/2012 Hino da Independência do Brasil, com legenda e imagens dos feitos históricos. Trabalho apresentado no CEDUSP/ULBRA para celebração da semana da pátria.




domingo, 13 de julho de 2014

Contraste


         Contraste

Eu sou a que andou perdida
Deitada no chão da vida
Eu sou a que morreu de amores
Vencendo as dores,
Na mais cruel fantasia
Esquecendo o seu dia a dia
Em fogosa paixão.
Eu sou a que temeu e não viveu.
Por certo, teve insônias, sentiu agonias
E ficou para testemunhar:
O mal sem dor
O amor sem cor
O fel doce da amarga lida.
Eu sou a que poderia ter sido,
Vivido, viajado, enamorado.
E não foi.
Porque o tempo passou
Sobre o seu desafeto
No teto da sua morada, inconformada,
Ao relento da sorte.

Eu sou a vida.
Eu sou a morte.


Olvanir Marques de Oliveira


Série: Eterna Poesia

Publicado em 12/08/2012
Artist: Ernesto Cortazar
Album: Mascarade
Publisher: Piano Drops Music & Publishing
Categoria: Música
Licença: Licença padrão do YouTube

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Reflexão IX



                                                            
                 Reflexão IX

 A comunicação intrapessoal restitui ao homem a consciência do “Si”, nobilitando-o a viver bem e melhor, interagindo entre os dois pólos cerebrais de igual importância.
                  Se por um lado, agimos de forma objetiva, concreta, racional.
                  Por outro lado revelamos nosso intuitivo pensar integrando-o ao nível de nossa experiência interior, pessoal e intransferível.
                  Não sejamos tão racionais!
                  Que tal, atualizarmos a nossa dimensão artística?
                  Onde, aquele antigo projeto literário?
                  E aquele quadro visualizado numa perspectiva em óleo sobre tela?
                  E a dança? Movimentar-se ainda é o melhor para o corpo.
                  E como faz bem à alma!
                  Sejamos plurais.
                 
                                            

Olvanir Marques de Oliveira

                 
                 




Enviado em 29/02/2012
Trecho do livro O Poder do Silêncio de Eckhart Tolle, com música de Dan Gibson.
Categoria
Pessoas e blogs
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